Contra Todos (tradução)

Original


Robe

Compositor: Robe

Contra todos
Mais uma vez me levanto contra todos
Me pergunto de novo sobre a vida
Se vou errar de novo na vida

Agora que, agora que estou, que estou tão sozinho
Me peça para ir atrás de você, onde você está?
Porque eu sei que tem outra forma
Não me deixo levar pelo destino
Procurei a vida inteira
Encontrei a maneira de fugir
Saí do caminho enquanto caminhava

Necessária
Para mim, essa música é necessária
Todo mundo me diz: Para que
Se ela nunca, ela nunca vai voltar?

E por isso eu faço tudo ao contrário
E por isso eu me viro do avesso
Sempre vou contra a corrente
Eu quero ver a cor da noite
E me afastar mais das pessoas
E me distanciar de tudo em que elas acreditam
E esquecer de como voltar

Ai-ai-ai-ai, pro caminho reto
Vou direto, passando pelo cheio de curva
Ai-ai-ai-ai-ai, para falar com você
Sobre nossos direitos constitutivos

E sob a pálida luz da Lua
Che–, chega uma dúvida
Ela me pergunta se não estou mais te esperando
E essa flor, que você já sabe que é sua
Se-, se desabrocha
Fazendo lembrar o toque dos seus cabelos

Não, que eu nunca te veja de novo
Que eu nunca encoste em você de novo
Foi o que o amanhecer decidiu

Ar, ar, preciso de ar
Ar, preciso do chão
Ar, é preciso um trovão aqui

Por você, a luz da aurora
Ai, reclama de te ver sozinha
E agora chega mais cedo

E eu, a luz da Lua
Ai, não quer me deixar no escuro
E me leva pela mão

Pra te abraçar quando eu tô perdido
Me diz onde você está
Frio, frio, frio

E me jogar no vazio
Me diz onde você está
Frio, frio, frio
Frio, frio, frio

Incendiário
Todo mundo diz que eu sou um incendiário
Que eu acendo fogueiras só de falar
E que eu não ligo para morrer, tanto faz
Até o dia em que cair no calendário

E é que eu não ligo para tropeçar
Sempre na mesma pedra
Eu tenho que bater de cabeça
Sempre na mesma pedra
Não posso mudar nada do passado
Mas eu já estou mudando o futuro

Ai-ai-ai-ai, pro caminho reto (ai-ai-ai-ai-ai-ai)
Vou direto, passando pelo cheio de curva
Ai-ai-ai-ai-ai, para falar com você (ai-ai-ai-ai-ai)
Sobre nossos direitos constitutivos (ai-ai-ai-ai-ai)

E sob a pálida luz da Lua
Che–, chega uma dúvida
Ela me pergunta se não estou mais te esperando
E essa flor, que você já sabe que é sua
Se-, se desabrocha
Fazendo lembrar o toque dos seus cabelos

E te abraçar quando eu tô perdido
Me diz onde você está
Frio, frio, frio

E me jogar no vazio
Me diz onde você está
Frio, frio, frio
Frio, frio, frio

E te abraçar quando eu tô perdido
Me diz onde você está
Frio, frio, frio

E me jogar no vazio
Me diz onde você está
Frio, frio, frio
Frio, frio, frio
Frio, frio, frio

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